Música da Semana: Digital Girl - Gong

Posted on sábado, 28 de agosto de 2010 by Ewerton Fintelman | 0 comentários
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Fenômeno do Rock Progressivo dos anos 70, em seu novo CD 2032. Performance incrível de Daevid Allen em plena forma:

Sobre o Sexo: PARTE 1

Posted on sexta-feira, 13 de agosto de 2010 by Ewerton Fintelman | 0 comentários
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Que o sexo é algo que mexe com a cabeça do animal não preciso reiterar. Que o sexo intriga eras e gerações então, nem se fala. Mas o que se fala, o que se pode falar?

Esses dias me peguei lendo "Totem e Tabu", de Sigmund Freud. Por consequência, acabei me aproximando de algumas teorias do psicanalista, entre elas a da sexualidade. Desenrolando melhor, Freud dizia que a sexualidade é uma espécie de comportamento físico que produz prazer e ao mesmo tempo abrange atividades instintivas de acordo com as necessidades do corpo. A partir dessas ideias por alto, Freud tratou casos de histeria que segundo ele tinha relação com a atividade sexual, principalmente nas mulheres. Vale ressaltar que na época os casos de histeria eram mais frequentes nas mulheres e Freud justificou isso devido a repressão da atividade sexual, já que Freud viveu numa época onde as mulheres não deviam manifestar desejo ou prazer no ato sexual.

A relação é inquestionável, ainda mais no século XXI onde o homem torna-se cada vez mais estressado e a mulher cada vez mais relaxada. Paralelamente, vemos a classe masculina cada vez mais óbvia no sexo enquanto as mulheres buscam coisas novas que possam revolucionar a arte milenar do prazer.

O sexo é avaliado em diversas visões e conceituado em diversos argumentos, até em causa, meio e finalidade. Pode-se falar em reprodução, amor, prazer, conhecimento, mas o comum é: 98% dos animais praticam sexo. É quase uma unanimidade. O sexo torna pessoas hipócritas. Uns fazem loucuras entre quatro paredes, mas insiste em manter o discurso puritano ao público.

Freud também relatou perda parcial da consciência durante o sexo. É uma discussão boa. Mas esta vai ficar para a parte 2 do post, em breve...

Música da Semana: Eddy - P.J. Proby & Focus

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Qual a dificuldade?

Posted on sábado, 7 de agosto de 2010 by Ewerton Fintelman | 0 comentários
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Qual a dificuldade do entendimento da palavra "fim"? "Fim" vem de finalidade, que por sua vez indica um término. Qual a dificuldade em esquecer uma pessoa? Ainda mais quando um dia já se quis fazer isso. Não entendo é a capacidade humana em mudar de ideia. Mais ainda a capacidade de forçar extremos inversos. Dias você quer um dia quente, outros dias o conforto é uma noite fria. Só não direi que a inteligência humana é relativo, porque deveria entrar nos méritos da palavra "relativo". O que é relativo? Relativo é algo relativo? Parece que para tudo que não há explicação, define-se como relativo. Relativo ao pé da letra, seria algo relacionado a determinada coisa. É uma conversa que não chega a nenhuma conclusão exata. ou melhor, nada se conclui, até porque se não é exata, não é uma conclusão, é um intermédio de discussão. Também não vou entrar em discussão a partir de amplos argumentos sobre o fim, afinal, é apenas um fim. A pergunta é: como entendê-lo?